terça-feira, 24 de agosto de 2010

Poeminha Canalha II




Segue a canalhice:
Um bilhete na porta da geladeira e um cigarrinho na mesa de cabeceira.


Finjo que amo...
De amor louco, infinito e traiçoeiro
Não existe melhor coisa pra malandra(o)
Que pretende fugir de (possível) cativeiro.

Segue em samba... Porque o Rock acabou a tempo.


8 Comentários e/ou apenas uma mensagem.:

Daniel De Carvalho disse...

O pior fingir, é quando acreditamos na própria atuação...

R.C. disse...

já não sei o que é fingimento.. para mi é tudo patológico, principalmente meus versos...abraços.

NAIRA disse...

O melhor fingimento é aquele que não veio para explicar, mas para confundir.

R.C. disse...

Olá garota...tô esperando mais postagens...abraços...

JEAN disse...

Olá!!! Mais uma vez me deparando com novos versos.Continue escrevendo...È sempre um prazer enorme entrar no teu blogger e me deparar com novas postagens. Um grande abraço

Ric disse...

Gostei de teus poemas. Entrarei mais vezes no teu blogger. Um abraço. Ric

R.C. disse...

Olá Fátima...obrigado por visitar o blog...agora espero por mais postagens tuas...abraços.

J.F. Costa disse...

A palavra amor tem uma conotação muito errônea atualmente. Ou eu não vejo essa expressão como todo mundo...Mas para mim, acho muito banalizado o uso do amor nas relações. Amor se constrói ao longo de anos, aturando manias e TOC's, sabendo ponderar os erros. Hoje me dia, as pessoas ficam uma vez e no dia seguinte já estão declarando amor eterno. Sinceramente, é difícil de acreditar que aquela com quem estás seja a 'pessoa ideal'.
E se vc morasse no Alaska? Seu par perfeito estaria no Chile?
É bem possível que não, a menos que você viaje e encontre-se com outras pessoas. Gostar, sentir tesão, ter atração, achar bela, isso não é amor. Mas compõe o que o amor quer dizer.

All we need is love
abraços