quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Tirania

Flor da meia noite

Refletindo

O esplendor da madrugada

Complô do cosmos

Conspiração da lua

Lua negra...

Longa escada

Guturais chegam

As palavras

Como demônios

A falar aos meus ouvidos

Martírio agônico lascivo... Complemento!


Flor do dia

Alvorada

Meio dia

Ainda sinto o clamor da palavra dita

Do verso construído

No calabouço da fadiga!


VIVA! VIVA! VIDA!

3 Comentários e/ou apenas uma mensagem.:

Naira disse...

Que legal...Muito bonito teu poema.

R.C. disse...

mais um show...sempre devemos pensar muito antes de flara algo que possa machucar alguém...bem, penso que sou poeta e pago por palavras maditas, mal ditas, há muito tempo...e, realmente, um dia após o outro não fecha feridas na alma...abraços.

R.C. disse...

mas dá pra tirar muita coisa desse poema...ainda posso ver algo quase erótico...desejoso...desculpa se viajei...abraços.